Se você está procurando opiniões sobre esta série, este post é um bom lugar para consegui-las. Não vai estragar nenhuma grande surpresa. Vamos lá, é só o primeiro capítulo.
Quando um amigo me falou sobre a série, me empolguei de cara. Além de eu ser aspirante a psicólogo (a série é sobre um hospital psiquiátrico, mas ainda assim), o roteiro era promissor. Alguém ainda não está cansado destas milhões séries de hospital? Toda temporada temos mais umas dez. Esta, porém, promete diversificar um pouco o estilo. Em cinco segundos eu estava na comunidade da série, que para minha surpresa (e desapontamento de meu amigo louco por uma grande comunidade) já possuía mais de dez mil pessoas. Apenas dois episódios foram exibidos até o momento, e quase ninguém ainda conhece a série, então não é tarde para expor minhas impressões sobre o episódio piloto. No único link descente que encontrei para baixar o episódio tinha 120mb (um RMVB de boa qualidade tem 150mb em média) e as legendas continham alguns erros, tipo, onde diabos “Got it” quer dizer “vão”, e não há uma tradução melhor para “busted” do que “enquadrado”? O Google Translator que responda. Mas isso não chegou a comprometer meu entusiasmo.
Pra início de conversa, a abertura é legalzinha. =]
No começo damos de cara com Vincent Martin (Prison Break), fazendo mais uma vez o papel de louco, esquizofrênico para ser mais preciso, e como sempre não deixa nada a desejar. O nosso novo Jack das séries e sua bunda pública, também importados de Prison Break, porém, certamente é entusiasmado, mas não me convenceu ainda. Nem ele, nem os efeitos especiais. Mas tudo bem, primeiro episódio, vou dar um desconto. Afinal, nem toda série pode bater recordes de gastos com episódios piloto como Fringe, não é?
O novo Jack, ao que parece, entra na mente das pessoas para saber quais os seus problemas. Suicidas, velhas ninfomaníacas e pessoas que congelam seus bichinhos de estimação e esposa depois que morrem certamente não são descartados. Somos apresentados a alguns pacientes, o que nos faz prever que a série abordará o tratamento dos mesmos, a recuperação de alguns ou a maneira que deles aprendem a conviver com seus problemas. Se for isso mesmo, e provavelmente é, podem esperar muitos momentos emocionantes por aí.
Concluindo, não foi nenhum episódio espetacular mas cumpriu o dever de um episódio piloto, que é o de introduzir-nos aos personagens, entender a temática abordada, entrar no clima proposto. Ainda tem muita água pra rolar, porém. Não me empolguei, mas simpatizei com a série. Obviamente é muito cedo pra dizer se essa simpatia continuará, se a série alcançará níveis de audiência satisfatórios para que tenha uma longa vida, ou ainda se será um grande sucesso. Só posso desejar boa sorte aos roteiristas para que ganhem, além da minha, a simpatia dos telespectadores americanos, famosos por seus gostos duvidosos, no mínimo curiosos.
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