segunda-feira, 29 de junho de 2009

NEWS - Supernatural: Ator de Lost será o diabo na série.

AVISO: A notícia a seguir contém Spoilers. Leia por sua conta em risco.

O ator Mark Pellegrino parece estar se especializando em encarnar "entidades". Depois de viver o misterioso Jacob no final da 5ª temporada de Lost, interpretará o coisa-ruim em Supernatural, e passa a fazer parte do elenco fixo da série a partir do ano cinco do programa, que começa em 10 de setembro nos EUA. A primeira participação de Pellegrino será já na estreia da nova temporada.

A 4ª temporada de Supernatural terminou quando o Satã foi libertado do inferno e desembarcou no plano terreno. Já no último episódio de Lost, Jacob morreu, o que, para quem conhece Lost, não impede futuras aparições. Não está claro, porém, se o ator trocará uma série pela outra ou se conciliará os dois projetos.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

NEWS - Smallville: Longa-metragem à vista?

O AICN divulgou ontem um boato sobre um possível projeto da Warner Bros. envolvendo Smallville. Segundo o informante do site, a emissora estaria planejando uma apresentação especial para a Comic-con 2009. Como tem sido especulado, a 9ª emporada do seriado que começa no final desse ano e deverá ser a última, então faria sentido se a emissora quisesse fazer a transição das jaquetas vermelhas e camisas de flanela azuis para o colante do super-herói através de um longa-metragem.

O nome do filme em questão deverá ser Metropollis, e seria um longa feito para a televisão, o que não impede, obviamente, que seja lançado em DVD futuramente.
O filme começaria aproximadamente sete meses depois do fim do seriado.

A Comic-con deste ano acontecerá entre 23 e 26 de julho, então provavelmente teremos a confirmação (ou não) do filme muito em breve.

terça-feira, 23 de junho de 2009

NEWS - Heroes: Produtor deixa a série denovo!

Bryan Fuller, original produtor-consultor de Heroes, havia abandonado a série na primeira temporada. Depois de dois anos ausente e de uma consideravel queda na audiência do seriado, ele voltou na metade da terceira temporada para tentar salvar o programa do abandono do público. Há alguns dias ele falava com empolgação sobre suas idéias para a quarta temporada. Agora ele anuncia, mais uma vez, sua saída de Heroes.

Em declaração à Entertainment Weekly, o produtor disse que vai se concentrar em seu novo projeto com a NBC (mesma emissora de Heroes), e que não houve desentendimento algum com o produtor principal da série, Tim Kring, como muitos sites especulavam.

"Estou criando dois pilotos no momento, é muito trabalho. É simplesmente difícil demais lidar com Heroes e esses projetos ao mesmo tempo", disse. Antes de falar à EW, Fuller conversou com o site AICN, que deu a saída em primeira mão: "Nós criamos ótimos arcos para essa nova temporada de Heroes, e estou empolgado pra vê-la. Amo o elenco de coração e estou triste de sair, mas meu prato estava transbordando".

A quarta temporada de Heroes começa entre setembro e outubro nos EUA.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

NEWS - Lost: Mais especulações, mais retornos.

AVISO: A notícia a seguir contém Spoilers. Leia por sua conta em risco.

Semana passada soubemos que seria Claire, e não Charlie, quem estaria de malas prontas para voltar à ilha na sexta e última temporada do programa. Agora é a vez de Maggie Grace participar das especulações. Sua personagem, Shannon, foi morta nos braços de Sayid na segunda temporada do seriado por Ana Lucia, que acidentalmente atirou nela, e des de então só tem aparecido uma vez ou outra, em flashbacks ou quando o lostzila decide se fantasiar. Mas em entrevista à E! News a loirinha dá dicas de que pode dar uma de Locke e ressuscitar na ilha.

"Estou ansiosa por voltar ao Havaí... Não sei por quê... Acho os roteiristas brilhantes e se eles acharem o motivo certo para eu voltar, claro que estou dentro"

Basta saber agora se ela estará de volta para alguma(s) participação(ões) ou se de fato fará parte do elenco fixo da temporada.

CRÍTICA - Mental: 1x04 - Manic at The Disco

Na última crítica falei sobre o quanto a série é interessante e prende a atenção, embora seja bastante falha quando se trata de empolgação. Por empolgação quero dizer que você não tem sede de assisti-la, não passa a semana doente para ver o próximo episódio. Ao menos não até agora. Como já ressaltei este é um item essencial para a sobrevivência da série. Mas como previsto, o quadro não muda a semana, continua apenas interessante. Acho que a vontade de conhecer novas e curiosas doenças por semana e a simpatia do Jack Gallagher pode segurar a barra por enquanto. É o que tem me prendido à série.

Nesta semana, como não poderia deixar de ser, mais um caso curioso. Conor, um garoto de oito anos viciado em videogames, é diagnosticado por mutismo eletivo e transtornos de conduta. No mutismo eletivo, a criança toma uma decisão deliberada para não falar. Só falam com certas pessoas, como membros da família ou amigos próximos, por exemplo. Já o transtorno de conduta é uma espécie de personalidade (que não está completa antes dos 18 anos) anti-social na juventude. O ambiente familiar ou as más companhias podem ser o motivo para tal comportamento. Mais à frente no episódio ficamos sabendo de sua tentativa de suicídio. Mas não é só isso, o garoto também tem alucinações em que ele é o protagonista em um jogo de videogame, e passa quase o tempo inteiro “jogando” este jogo. Não posso negar quem e identifiquei com ele, neste ponto, heheh. Percebemos que o motivo do transtorno é a atual ausência e a pressão que seu pai faz para que ele seja um filho prodígio, e o garoto acaba compensando todo o stress com os videogames. Foi no mínimo legal ver suas alucinações. Só eu fiquei afim de jogar o "Conor vs Devil"? Tá bom, era idiota, mas de qualquer forma eu queria.

Paralelamente, a irmã de Jack, Rebecca, que até agora representa o único gancho entre as tramas dos episódios, continua com suas ligações mudas para o irmão. Pela primeira vez a vimos, de costas, ao que parece mendigando pela cidade. Mas dessa vez Jack ouve através do telefone um sino de igreja, e começa a procurar a irmã pela cidade. Quando acha a igreja que ouviu, o episódio acaba. Oh, serão os roteiristas finalmente querendo instigar nossa curiosidade?

Conhecemos a filha de Nora, Ainsley, e descobrimos que ela costuma publicar fotos sensuais suas na internet. A novidade não adiciona nada substancial, mas é necessário aprofundar na vida dos principais personagens, não só do protagonista, para que haja uma relação dos espectadores para com eles. De fato, é uma surpresa que não o tenham feito antes.

A atuação do Jack vem melhorando um pouco. A da Nora, nada a reclamar. A do Conor, só seus gritos me irritaram. A de seus pais, nhéh. A de Ainsley, duvidosa. A de Becky? Tá, parei.

É notável que seriado tem acumulado gradativamente pontos positivos a cada episódio e tem potencial para melhorar muito mais. As partes (direção, atuação, roteiro, etc.) parecem estar entrando em sintonia. Basta saber se a audiência será paciente. Só se esta for conquistada a série poderá criar tramas mais longas, por que caso ela esteja encima do muro para ser cancelada será mais facil criar um "fim". Mas se conheço os estadunidenses, essa história de esperar... hum. Ou tomam alguma providência rápido, ou a série poderá estar com seu futuro comprometido.

terça-feira, 16 de junho de 2009

CRÍTICA - Mental: 1x03 - Book of Judges

Desculpem-me o atraso dessa semana, mas aqui vai a crítica do terceiro episódio de Mental.

Com a empolgação comprometida devido aos dois primeiros capítulos medianos da nova série, comecei minha seção sem grandes expectativas, mas estas imediatamente ressurgiram ao ver já no primeiro minuto David Carradine, o Bill de “Kill Bill”, que infelizmente foi encontrado morto no início deste mês. O ator interpreta o paciente principal da vez, Gideon Graham, que sofre de catatonia, uma forma de esquizofrenia que se assemelha muito a um coma, já que o paciente permanece sempre imóvel e absorto do mundo à sua volta, não come, não bebe e não controla suas necessidades biológicas. A pessoa que sofre da doença pode parecer estar morta, podendo até ser enterrada viva. Chega a ser uma ironia que o ator tenha morrido antes do episódio ser exibido, e sua exibição parece até insensível. Apesar de sua atuação quase nula neste caso, posso dizer que sua morte foi uma imensa perda para o meio artístico.

Em segundo plano conhecemos Darren Knuth, que tem fortes acessos de raiva. Não me sai da cabeça que o ator que interpreta a personagem foi o modelo utilizado para criar o Sr. Incrível em “Os Incríveis”. Fora isso, atuação satisfatória. O caso foi rapidamente solucionado quando o paciente foi ameaçado de ser acusado ao seu pai por mau comportamento, o que nos diz que seus problemas psicológicos foram causados por traumas em sua infância.

Jack continua sendo o ponto forte, e não me refiro ao desnecessário sex appeal. Dificilmente os protagonistas dos seriados estão entre as melhores personagens, e o foco da narrativa por diversas vezes acaba se voltando para a preferência da audiência. Este Jack, porém, vem empurrando os episódios para cima com a barriga. Realmente a personagem nasceu para tomar as rédeas do seriado, o que demonstra a habilidade dos roteiristas em alguns pontos.

Não se pode negar que a série é interessante e cativante, mas ainda tenho a sensação de que falta algo. Estes primeiros episódios transmitem um clima de meio de temporada quando deviam nos prender ao que está por vir. Parece o pequeno descanso que precede o clímax prolongado por três capítulos, mas sem deixar de prender a atenção. Os roteiristas equilibram perfeitamente drama e humor. Mais um ponto para eles. É um seriado sério, mas que não chega a ser melodramático, e engraçado, mas que não chega a ser uma comédia. O problema é saber se isto será o suficiente para sua sobrevivência. Só o tempo dirá.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

NEWS - Lost: Novidades empolgantes (ou não) sobre a nova temporada.

AVISO: A notícia a seguir contém Spoilers. Leia por sua conta em risco.

Estamos longe ainda de saber o que acontecerá na última temporada de Lost, o maior fenômeno da dramaturgia televisiva dos últimos anos, mas quase todo dia ficamos sabendo de alguma notícia nova sobre a série, o que não é comum quando se trata de Lost, conhecida por sua produção que guarda todos os segredos a sete chaves até o último minuto. Talvez tenham adotado outra estratégia, muito útil como se sabe, de instigar a curiosidade dos telespectadores até que não restem opções se não cortar o mal pela raiz, assistindo o seriado. Reunirei neste post as últimas notícias ainda não postadas.

Dominic Monagham, o Charlie, aparentemente não fará parte do elenco fixo da sexta temporada, como havia sido especulado graças ao comercial divulgado há alguns dias. Ao menos, é o que diz Michael Ausiello da EW, que afirma ter apurado com fontes da ABC que a aparição de Monaghan naquele vídeo já fazia parte da estratégia da emissora para iniciar a promoção do ator como membro do elenco regular de outra série, mas que não poderia divulgar qual seria, porém o IGN divulgou queMonaghan terá um papel importante (e grande) na aguardada Flash Forward. Nada impede, de qualquer forma, que o ator faça alguma participação em Lost se for necessário.



Matthew Fox continua a afirmar que já sabe como termina a série, o que levanta mais indícios de que os produtores não estão tão cautelosos como antes. Como se sabe, os atores normalmente recebiam o roteiro pouco tempo antes das gravações, dessa forma eles só estariam cientes do que aconteceria na série pelos próximos cinco capítulos, no máximo. Mas não é só isso, em uma entrevista no 49º Festival de Tv de Monte Carlo, o ator soltou informações que, com certeza, agussam a curiosidade de qualquer fã da série.

Segundo o ator, Jack e Locke terão vários confrontos na última temporada, mas não se sabe a qual Locke o ator se refere, o verdadeiro (e falecido, como se constatou no final da quinta teporada) ou o falso. Mas ao menos, a presença constante de Terry O'Quinn, o Locke, já é garantida. Matthew contou, ainda, que o início da sexta temporada mostrará o que exatamente aconteceu no final da quinta, e isso será confuso e surpreendente à primeira vista. Ele descreveu, ainda, o final da série como sendo lindo, redentor, triste, mas incrível, e o quanto ficava mais surpreso com o fato do encerramento ser profundamente emocional a cada vez que conversava com os roteiristas.

Por último, mas COM CERTEZA não menos importante, o ator afirma que por volta dos episódios cinco ou seis da temporada, as duas linhas de tempo em que os personagens se encontram se alinharão em uma só história na ilha, e que a partir daí não haverão mais flashbacks.

Carlton Cuse, o produtor executivo da série, disse em entrevista com o site Sunday Mercury que “O fim do seriado será uma combinação da tentativa de responder mistérios com os quais o público se importa, como o monstro de fumaça e a estátua do pé de quatro dedos. Também responderemos a questão sobre os esqueletos na caverna (vistos na primeira temporada). Solucionaremos as questões que sentimos que são importantes e centrais ao roteiro”.

Falou ainda sobre dois temas centrais da série: “Ao mesmo tempo, tentaremos contar histórias de redenção sobre os personagens. Eles de fato têm um destino”.


Emilie de Ravin, a Claire, está confirmada para o elenco regular da nova temporada. Quem sentia falta da loirinha pode respirar aliviado. "Damon e eu estamos muito animados por trazer a Claire de volta à série e ainda mais empolgados para ver como as pessoas vão ver como ela irá retornar", disse Carlton Cuse.

Veja abaixo a promo divulgada da nova temporada.


quarta-feira, 10 de junho de 2009

NEWS - Flash Forward: Data de estreia marcada


Após muita espera, a ABC finalmente divulga a data de estréia da série: 24 de Setembro (Quinta-feira) às 20 horas nos Estados Unidos. Ao contrário do que se imaginava, não ocupará o horário de Lost, nas quartas, mas sim o horário antes ocupado por Ugly Betty, que passará para as noites de sexta-feira. Flash Forward antecederá o sucesso Grey's Anatomy.

Uma escolha curiosa, talvez até egocêntrica. A quinta é um dia bastante concorrido por lá. Caso a série coincida com alguma das temporadas de outras séries e programas, pode chegar a disputar audiência com o rality show "Survivors" (CBS), "Bones" (Fox), "Vampire Diaries" (CW), "Community" e "Parks and Recreation" (NBC).

Parece que a emissora está mesmo confiante de que sua nova atração será um sucesso.

A grade de séries da ABC para a temporada também inclui "Uggly Betty", "Grey's Anatomy", "Desperate Housewives", "Hank", "Castle" e a também novata "Cougar Town", que conta com Courteney Cox, a Mônica de Friends, no elenco.

"Nesta nova produção da ABC, Flash Forward, um evento sem nenhuma explicação faz com que todos os habitantes do planeta Terra fiquem inconscientes por cerca de 2 minutos e 17 segundos. Durante este pequeno período, as pessoas vêem cenas de seu futuro. O caos então se espalha, já que muitos viram cenas desagradáveis e estão dispostos a tudo para impedir que esse futuro alternativo aconteça."

NEWS - Lost: Rodrigo Santoro pode voltar para a ilha.

AVISO: A notícia a seguir contém Spoilers. Leia por sua conta em risco.

Não bastassem as especulações sobre o comercial com Dominic Monaghan e seu suposto retorno à série, agora é Rodrigo Santoro quem aparentemente deve estar com a passagem paga de volta para a ilha.

O site da "MTV Internacional" sugere que Paulo, o personagem do ator, tem bom gancho para retornar à trama, o que é estranho, já que Paulo (e também sua namorada, Nikki) foram enterrados vivos após serem picados por uma aranha que paralisa o corpo. Não se pode, porém, duvidar de nada quando se trata de Lost. No entanto, não foi feito nenhum anúncio oficial confirmando Santoro.

Muitos fóruns (tanto brasileiros como internacionais) estão mantendo a especulação viva, e ainda apontam Paulo como um dos personagens favoritos para retornar à série, em contradição ao que aconteceu ao entrar para o elenco na terceira temporada, quando foi, junto com Nikki, taxados como inúteis para a trama, por mais que os roteiristas dissessem que eles estavam envolvidos com a mesma, de alguma forma. A pressão foi tanta que optaram por matar os personagens, fazendo assim com que sumissem da ilha sem muito a acrescentar.

Talvez, se for verdade, os roteiristas estejam tentando resgatar a trama que envolve Rodrigo Santoro, mas também há a possibilidade de que a participação não passe de uma mera aparição em algum capítulo.

terça-feira, 9 de junho de 2009

NEWS - Heroes: Quarta temporada recebe reforços.

A quarta temporada de uma das séries que mais divide opiniões na atualidade começou a ser rodada essa semana, e as novidades não param de surgir. Já foram divulgados, inclusive, alguns dos novos personagens. Se você não se importa em saber quem são, aqui estão eles:

Madeline Zima, a Mia de Californication, será Gretchen, a colega de quarto de Claire na faculdade. A personagem é descrita como uma garota excêntrica e alternativa, e estará presente ao longo da temporada.


Robert Knepper, o T-bag de Prison Break, aparecerá em pelo menos seis episódios da nova temporada. O ator encarnará na pele de Samuel, o "recepcionista" de circo do tipo carismático doentio, de um senso de humor sarcástico, e afetará a rotina de todos os heróis. Além do Carnival Barker, a NBC procura um atirador de facas. Será que os roteiristas pretendem abrir algum tipo de circo bizarro?

Deanne Bray (The "L" Word) e Ray Park (Star Wars, X-Men) também foram foram confirmados na nova temporada, mas seus personagens ainda não foram detalhados.

O novo volume da série se chamará "Redemption", e deve começar entre setembro e outubro, nos EUA.

NEWS - Lost: ABC dá pista sobre retorno de personagem.

AVISO: A notícia a seguir contém Spoilers. Leia por sua conta em risco.

Normalmente os produtores de Lost não costumam dar dicas sobre o que veremos no futuro. A sexta e última temporada da série sai no final deste ano, mas um comercial de televisão da emissora fez insinuações valiosas neste fim de semana.

No vídeo estão presentes os astros de algumas séries como Courteney Cox (Friends), Patrick Dempsey (Grey's Anatomy), Ed O'Neill (Miami Vice) e, por fim, Dominic Monagham, o Charlie de Lost. O personagem morreu no final da terceira temporada da série, e de lá para cá só têm aparecido em algumas supostas alucinações de Hurley.

Pois bem, os atores, jogando pebolim, começam uma discussão, e muito engraçada por sinal. No final da conversa, Patrick solta uma para Dominic: "You're so dead!" (Você está morto). Dominic então responde: "Actualy, I was." (Na verdade, eu estava.).

E aí, façam suas apostas. Charlie retornará à série ou esta é só mais uma campanha de marketing?



Veja abaixo o vídeo.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

NEWS - Flash Forward: Por que tanto alarde?

Não é nenhuma gafe dizer que Flash Forward é uma das séries mais esperadas do momento. O porquê de toda essa aceitação do público mesmo antes de seu lançamento, porém, é um mistério, mas uma coisa é certa: a publicidade envolvida é imensa, tanta que a comunidade brasileira da série no orkut já possui mais de 70.000 membros. Sites virais, comerciais de televisão intrigantes e um enredo interessante são algumas das possibilidades para responder a esta pergunta, além do rótulo de “novo Lost”, embora não haja aparentemente maiores semelhanças entre as séries do que o nome, Flash Forward, e Sonya Walger, a Penny de Lost, no elenco fixo. Flash Forward é o contrário de Flashback, como vocês sabem. Basicamente, uma “espiada no futuro”, como às vezes acontecia em Lost a partir da terceira temporada. Mas afinal, porque tanto alarde? Bem, tire você suas próprias conclusões.


"Nesta nova produção da ABC, Flash Forward, um evento sem nenhuma explicação faz com que todos os habitantes do planeta Terra fiquem inconscientes por cerca de 2 minutos e 17 segundos. Durante este pequeno período, as pessoas vêem cenas de seu futuro. O caos então se espalha, já que muitos viram cenas desagradáveis e estão dispostos a tudo para impedir que esse futuro alternativo aconteça. O clímax da história é tido quando o agente do FBI Mark Benford (Joseph Fiennes), em seu futuro, vê que foi abandonado pela esposa, que voltou a beber e que seu parceiro foi assassinado. Benford também se vê caçado por um grupo de agentes mascarados. Logo o agente descobre que todas as visões mostram o mesmo dia, 29 de abril de 2010. Para tentar desvendar o motivo deste blecaute mundial, a equipe de Benford começa a reunir um mosaico de visões diversas.”

A data de estréia ainda é um mistério. Enquanto não chega, veja aqui um trailer da nova série exibido em alguns dos intervalos de Lost.


And you, what did you see?

CRÍTICA - Mental: 1x02 - A Beautiful Delusion

A vantagem de se assistir uma série depois que ela já começou há algum tempo é que você não precisa esperar semanas para ver o que vai acontecer. Com Mental, só não esperei uma semana entre os dois primeiros episódios. Na verdade, a curiosidade sobre o que vai acontecer na série ainda não chega a ser motivo para ter raiva, como em Lost, por exemplo. Esperar mais um ano pela sexta temporada com certeza não será fácil para mim. Mas diferente do Jack de Lost, o novo Jack é um cativante protagonista. O segundo capítulo da nova série dá um up no conceito, mas ainda não atingiu as expectativas.

Felizmente, simpatizar com esta série não é uma missão difícil, como eu previra. A atuação de Chris Vance como o novo Jack não é perfeita. Ele se esforça muito para tentar parecer sarcástico, mas teve a sorte de conseguir tal personagem. Seu “jeito mala de ser” e suas maneiras controvérsias usadas para dirigir o hospital psiquiátrico são divertidas, uma quebra na dramaticidade que funciona. Não devo ser o único, porém, a crer que ele guarda algum segredo, e não estou falando de Rebecca.

Ainda em clima de adaptação, somos apresentados a Melissa Renier, uma mulher que está em uma gravidez psicológica, e seu marido, a causa dessa gravidez. Conhecemos também Wendy White, que sofre de hidrofobia. Considerando que no episódio piloto também houveram dois casos enfocados, é possível assim dizer o formato da série. Novos pacientes e casos a cada semana, sendo estes resolvidos no mesmo ou em alguns poucos episódios. Basta agora saber com o desenvolvimento da trama quais serão as interações entre os episódios, os ganchos de audiência importantes para toda série. Espero que triângulos amorosos (que já começaram, por sinal) não seja a principal solução. Essas interações podem ficar mais claras e sólidas se a série realmente engrenar. Os problemas financeiros do hospital são um exemplo, mas podem ser facilmente resolvidos pelos roteiristas caso a série precise acabar. Tramas mais extensas podem existir, mas por enquanto provavelmente continuam as tramas quase completamente isoladas para cada um dos capítulos.

Não são um problema, porém, as tramas isoladas. Muitas séries sobreviveram por várias temporadas com este formato, e com Mental tem sido interessante de ver. Grande parte graças aos métodos do Jack, já discutidos nessas duas primeiras críticas, ponto forte inegável da série até o momento.

CRÍTICA - Mental: 1x01 - Pilot

Se você está procurando opiniões sobre esta série, este post é um bom lugar para consegui-las. Não vai estragar nenhuma grande surpresa. Vamos lá, é só o primeiro capítulo.

Quando um amigo me falou sobre a série, me empolguei de cara. Além de eu ser aspirante a psicólogo (a série é sobre um hospital psiquiátrico, mas ainda assim), o roteiro era promissor. Alguém ainda não está cansado destas milhões séries de hospital? Toda temporada temos mais umas dez. Esta, porém, promete diversificar um pouco o estilo. Em cinco segundos eu estava na comunidade da série, que para minha surpresa (e desapontamento de meu amigo louco por uma grande comunidade) já possuía mais de dez mil pessoas. Apenas dois episódios foram exibidos até o momento, e quase ninguém ainda conhece a série, então não é tarde para expor minhas impressões sobre o episódio piloto. No único link descente que encontrei para baixar o episódio tinha 120mb (um RMVB de boa qualidade tem 150mb em média) e as legendas continham alguns erros, tipo, onde diabos “Got it” quer dizer “vão”, e não há uma tradução melhor para “busted” do que “enquadrado”? O Google Translator que responda. Mas isso não chegou a comprometer meu entusiasmo.

Pra início de conversa, a abertura é legalzinha. =]

No começo damos de cara com Vincent Martin (Prison Break), fazendo mais uma vez o papel de louco, esquizofrênico para ser mais preciso, e como sempre não deixa nada a desejar. O nosso novo Jack das séries e sua bunda pública, também importados de Prison Break, porém, certamente é entusiasmado, mas não me convenceu ainda. Nem ele, nem os efeitos especiais. Mas tudo bem, primeiro episódio, vou dar um desconto. Afinal, nem toda série pode bater recordes de gastos com episódios piloto como Fringe, não é?

O novo Jack, ao que parece, entra na mente das pessoas para saber quais os seus problemas. Suicidas, velhas ninfomaníacas e pessoas que congelam seus bichinhos de estimação e esposa depois que morrem certamente não são descartados. Somos apresentados a alguns pacientes, o que nos faz prever que a série abordará o tratamento dos mesmos, a recuperação de alguns ou a maneira que deles aprendem a conviver com seus problemas. Se for isso mesmo, e provavelmente é, podem esperar muitos momentos emocionantes por aí.

Concluindo, não foi nenhum episódio espetacular mas cumpriu o dever de um episódio piloto, que é o de introduzir-nos aos personagens, entender a temática abordada, entrar no clima proposto. Ainda tem muita água pra rolar, porém. Não me empolguei, mas simpatizei com a série. Obviamente é muito cedo pra dizer se essa simpatia continuará, se a série alcançará níveis de audiência satisfatórios para que tenha uma longa vida, ou ainda se será um grande sucesso. Só posso desejar boa sorte aos roteiristas para que ganhem, além da minha, a simpatia dos telespectadores americanos, famosos por seus gostos duvidosos, no mínimo curiosos.