quinta-feira, 4 de junho de 2009

CRÍTICA - Fringe: 1x17 Bad Dreams

Estou assustado com o número de "vínculos" que a Liv consegue ter. Primeiro foi o ex lá que nunca lembro o nome, depois o filhote de observador, agora esse Nick Lane. Só falta ela pintar o cabelo de preto e branco e mudar o nome pra Vampira. Além disso, continua aquela de que Walter sabe de tudo, e dizer "Porque não sei de tudo" não me convence, Dr. Bishop! Uma bíblia cientifica escrita por ele o tornaria dispensável, graças a Deus que ele é doido e não tem condições, e ninguém parece ter a mínima noção de que ler seus antigos arquivos ajudaria bastante. Ele me surpreende cada vez mais em termos de atuação. Mas vamos mudar um pouco as fórmulas, não é, roteiristas? Quando eu pensava que tinham dado uma trégua na Dynamics... pq todo caso está ligado a essa maldita empresa?

Tirando isso, devo admitir. Quase grito "EU SABIA!" quando a Liv beijou a dançarina desbundada. Pra meu desapontamento, era um sonho. Mas não, ainda torço para ela ficar com o Peter, embora ache que com a irmã dela ele tenha muito mais química (mesmo no telefone). E ri MUITO do "oh" geral da plateia quando ouviu os "oh" da Liv, que por sinal parece sofrer de ejaculação precoce graças aos "vínculos". Só não gostei da nova máquina importada de "De volta para o Futuro". Quase não notei o observador na rua quando eles chegam no hotel(?).

No mais, ótimo episódio, nem um pouco previsível como os últimos tem sido, embora não tenham sido ruins por isso. A única coisa que consegui prever foi que aquela menininha era a Liv, o que volta ao ponto em que eu disse que deveriam ver os antigos arquivos de Walter, mas todo mundo é burro.

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